andredecourts foton från 2005-06-28

Ares campestres num dos bairros mais valorizados da cidade hà 60 anos atrás.

Isso não é a Barra, mas sim o Leblon no meio dos anos 40, vemos a segunda sede da escola Americana em nossa cidade, que ficava na rua General Urquiza 223, fncionando de 1940 até 1970.

Pela foto podemos ver que algumas ruas já estão urbanizadas, como a própria Gal Urquiza, que já conta inclusive com iluminação pública e a rua Dias Ferreira, com seus trilhos de bonde. mas a rua Gal Venâncio Flores, no topo da imagem aparentemente não possui nem rede elétrica.

A foto é impressionante, e demonstra como a cidade ainda não tinha chegado ao fim da zona Sul nos anos 40, salientando-se que essa, ao contrário que muita gente pensa é uma das áreas mais antigas do Leblon, sendo a rua Dias Ferreira parte da travessa do Pau, continuação da rua do Sapé, que ligava o largo das Três Vendas na Gávea, às encostas do morro Dois Irmãos nos séculos passados, e por onde chácaras, comércio, e os bondes foram se espairando nos sec. XIX e XX.

Foto: Coleção Desmond Cole

Comments (22)

jornalistabr 2005-06-28 09:21 …

Devia ser maravilhoso morar no Leblon nesta época… há se eu pudesse voltar no tempo…

angemon 2005-06-28 09:21 …

caraaaaaamba, se vc não dissesse, eu não conseguiria adivinhar onde era!

PS: acredita que vi, deixei pra clicar com a luz melhor e não voltei!tava fechando, já! :( (((
juro que vou lá de novo, só pra isso!
Valeu sua dica,amigo!
bjs e bom dia!

showwwww de fotoooo!

Luiz D´ 2005-06-28 09:23 …

Uma única atenuante talvez possam ter os governantes do Rio: a velocidade com que a cidade cresceu.
Impressionante o que aconteceu nos últimos 25 anos na Barra, assim como você descreve em relação ao Leblon.
Lembram como São Conrado era um deserto nos anos 60?
E o “boom” imobiliário em Copacabana, Ipanema e Lagoa?
O que condena os governantes é que não aprenderam nada com o que aconteceu no Leblon e deixaram a Barra ficar do jeito que está (o Recreio vai pelo mesmo caminho).
http://fotolog.terra.com.br/luizd

rbpdesigner 2005-06-28 09:24 …

caraca, que surreal!!!

a barra forte ganhou mole mole…
hehehehe

e aí, a caninha era da boa?
vc sabe que disso eu entendo horrores, né???

[]s

lucia 2005-06-28 09:26 …

Não ia saber onde era, nunca!!!
E pensar que estou quase ao lado disso agora, e nem um fio é parecido…
Geenteee!!!

Buenas!!

:) )

AG 2005-06-28 09:43 …

Tem uns portugueses, que eu não vou dizer o nome, que se fizeram no fim dos anos 40, início dos 50. Ficaram ricos,vendendo e revendendo os terrenos que compraram nessa época. Há bem pouco tempo, restavam ainda algumas mansões dessa época. O dono de uma delas, de pedra, era pai de um cara que casou com uma garota muito famosa. :-) ))))

bluemoon0510 2005-06-28 09:48 …

Que diferenca!!!!
quem te viu que te ve, Leblon…

Antolog 2005-06-28 10:12 …

Sem a identificação não daria para saber que era o Leblon. E hoje toda aquela violência aí por perto…

AG 2005-06-28 12:55 …

O André é igual a mim. De vez em quando dá umas porradas no texto só para ele (o texto) saber quem é que manda.

Mas, aproveitando o toque do “Seu Amigo”, e pedido desculpas ao André pela intromissão, queria lembrar aos amigos que não existe língua mais traiçoeira, hipócrita, sem-vergonha, volúvel do que essa nossa última flor do Lácio inculta (e como!) e bela. Tão louca que você escreve MUITO e lê MUINTO.

Por isso sou meio contra o pessoalzinho que ganha a vida nos jornais ditando regras do bom falar e escrever. Respeito o simpático Pasquale Neto mas o acho um tantinho presumido .

Também não concordo com certas “brincadeiras” entre jornalistas que gostam de chamarem-se, uns aos outros, de “analfabetos”. Eu sempre pergunto: que padrão se usa para dizer que fulano é analfabeto e sicrano não ? Se for o padrão “brasileiro” estamos perdidos; se for o de Portugal, mais ainda (acto, facto etc); se for o Angolano ou Moçambicano o pirão encaroça mais ainda. E olha, Angola e Moçambique têm belos poetas.

Bem é isso que eu queria dizer. A língua é uma coisa que deve correr solta. Há exageros, é verdade; há cretinices, modismos (vejam só a internet), há preguiça, há falta de grana para se instruir. Tudo bem, aceito tudo. Só não aceito a ditadura do bem falar ditada por uma certa arrogância de alguns pernósticos.

Aliás, é bom lembrar que Paulo Coelho é o escritor mais vendido em todos os tempos.

tumminelli 2005-06-28 13:05 …

Minha mãe foi morar em Ipanema na Gomes Carneiro na decada de 40. Quando minha avo retornou à Copacabana com a noticia que compraria o referido apto, a reação de seus tres filhos foi a seguinte:

“Ipanema?? Lá é muito longe!”

Imagine então o Leblon, devia ser o interior da Amazonia.

:-) )))

bpm 2005-06-28 14:12 …

Eu gosto muito do Leblon, quando ficar rico vou morar lá.

eduardo bertoni 2005-06-28 15:16 …

Não é naquela esquina, à direita da escola, que hoje tem o supermercado Zona Sul?
Eu também não me sinto atraído pelos países árabes. Além do que vc. disse quando faz 40º o pessoal sente frio…Agora: que o hotel é uma loucura não se pode negar se bem que, para mim, o gosto é meio duvidoso…
Abração,
Bertoni
http://fotolog.terra.com.br/outromundo

natureco 2005-06-28 15:59 …

Caramba, o que eu não daria pra voltar um pouco no tempo e passear por essas ruas vazias. A paisagem devia ser belíssima. :)
Abçs.
Luiz.

jban 2005-06-28 17:41 …

S E N S A C I O N A L !!!

Como sempre o André matou a pau. Bela foto !!

jban 2005-06-28 17:45 …

Quando eu era guri o Rio acabava no Leblon. Para mim até hoje isso continua verdade. Todas as vezes que eu me aventuro no Além Túnel, tenho a impressão de estar viajando. Às vezes até separo o passaporte… :) )

jro 2005-06-28 18:19 …

Repito o que já foi dito:
SENSACIONAL!
Ou com alguma ousadia linguistica justificada pelo reforço do elogio:
SENSSASSIONÁU!

Jro :-) )))))

Marcelo Almirante 2005-06-28 18:36 …

Isso parece um subúrbio. A civilização estava em Copacabana

Waldenir 2005-06-28 19:45 …

Taí uma foto daquelas que deixam a gente sem palavras.Para mim, não seria nem Barra,talvez Vargem Grande…e,mesmo assim, há uns vinte anos atrás.

Rafael Netto 2005-06-28 21:32 …

Impressionante! Nessa mesma época Copacabana já estava cheia de prédios.
Hoje em dia o Leblon e Copacabana estão praticamente lado a lado…

andreleblon 2005-07-01 03:56 …

Muito legal a foto!
Assim que eu a vi já sabia que era a antiga Escola Americana, pois já vi várias fotos dessa casa.
Sobre a casa de pedra que o AG mencionou eu acompanhei toda a sua destruiçao sem acreditar no que via, acho que foi a última casa de pedra do Leblon,ela ficava na José Linhares com Humberto de Campos e foi destruída lá por 1997. Ainda resta uma na Av Atlantica ao lado do Hotel Mariot.
Mas eu teria mais saudades de um Leblon e uma Ipanema do princípio dos anos 50, embora eu ainda nao fosse nascido nessa época, mas aí sim as ruas já estavam praticamente urbanizadas com as árvores maiores e cheias de lindas casas e simpáticos prédios pequenos. Nao tinham mais essa aparencia um tanto agreste, mas ainda eram bairros bucólicos.
Aliás espero que o Leblon ainda consiga manter os poucos prédios pequenos que restaram e a relativa tranquilidade para que nao se torne uma Copacabana de hoje em dia e até uma Ipanema.
Tanto a casa como essa esquina, hoje em dia sao dois prédios enormes da década de 60 ou 70.
O mais ironico é que a Escola Americana saiu do Leblon ä procura de espaço e em breve estará se mudando da Gávea , abandonando sua linda sede por causa da violencia da Rocinha que já praticamente cercou toda a escola com seus barracos de alvenaria ameaçando alunos e funcionários de serem atingidos por alguma bala perdida.
Essa é a triste realidade de uma cidade e de um estado sem leis e sem governo.

constant_ 2005-07-01 10:20 …

Oi André,
Eu fui morar no Leblon há pouco tempo, foi em 1966(!?!), e ainda havia na quadra da praia um sítio, onde é o BANERJ na praça, era um parque de diversões conheci essa casa da Escola Americana. Me lembro do anúncio do primeiro prédio na Visconde de Albuquerque, convidava as pessoas a morarem numa rua “só de casas”. Quando vou visitar minha mãe, tenho a sensação que o Leblon afundou, da janela já não vejo mais a Lagoa, o Cristo, o Sumaré apenas prédios.