Comércio, Rua General Pedra, início dos anos 70
foto 2/2
Nada do que vemos nessa foto existe mais, estamos na Rua General Pedra, uma das vias que desapareceram do mapa na atabalhoada reforma urbana realizada na região do Catumbi, Cidade Nova e o que restava da Praça XI no início dos anos 70 para a construção dos viadutos da Linha Lilás, do Metrô e de um plano urbanístico que decretou a morte de todos esses bairros.
Nessa época praticamente todos os imóveis estavam condenados a desaparecerem, aliás desde as obras da Av. Pres. Vargas nos anos 40 essa foi uma região que começou a ser desarticulada da cidade, principalmente a parte mostrada em nossa foto de hoje, pois ficou entre a larguíssima e árida avenida e os muros da Central, perdendo contado com o resto da cidade.
Mas mesmo assim, abrigava uma população que remetia a sua ocupação desde o séc. XIX, imigrantes, escravos libertos, operários, pequenas manufaturas, comércio especializado e comércio de bairro, esse sempre muito atrelado aos hábitos dos moradores.
A loja que vemos no decadente sobrado, que já viu dias melhores, embora ainda guarde em sua fachada, vários elementos de tempos melhores como o acionamento do toldo ( inexistente ) por manivela, as portadas de cantaria, pintadas de verde e simpáticos trabalhos de serralheria nas portas de enrolar, certamente ganhas na última reforma do imóvel em 1921, como está gravado na fachada, quando deixou de ser certamente uma casa colonial térrea para ganhar detalhes ecléticos.
O imóvel abriga um típico armazém de secos e molhados, o qual detalhamos o interior na primeira foto de hoje, panelas, vasilhas, peneiras, sandálias havaianas, pencas de banana, vasos de barro e prateleiras com mantimentos ensacados podem ser vistos. Além de três símbolos de umbanda, como o vaso com Espada de São Jorge, e duas estatuetas de orixás as quais não posso identificar.
Ao fundo uma chaminé, possivelmente de alguma padaria, e ao lado um outro sobrado térreo, com pinta de abandonado, e junto ao casal de namorados cartazes com o evento “Electra 6”
Não deixe de ver a foto anterior !
Foto: Arquivo da família
Comments (6)
derani 2008-02-25 10:28 …
Incrível, ainda passava gente por aí… me lembro que era praticamente um deserto.
luiz_o 2008-02-25 12:00 …
Há algum tipo de comércio assim nas vizinhanças da Cruz Vermelha, ruas 20 de Abril e adjacências.
tumminelli 2008-02-25 12:51 …
Imagino o mafuá que devia ser essa loja.
)
jban 2008-02-25 14:58 …
Ainda se vê algo do gênero no Estácio, Cidade Nova e Catumbi
jason_1900 2008-02-27 01:38 …
Seria uma loja de artigos de umbanda?
alziman teixeira de souza comentou,
Rio, 11/09/08
Morei nesta rua nos anos, 60 há 69, filho de um homem que organizava as festas Julinas,fechando desde a rua marques de pombal e marques de sapucai,e nas copas do mundo também, sendo o meu o Sr. Manoel e amigos como Mario Cesar, Djalma, Joaquim da quitanda, morei na avenida n° 16 casa 7, de onde tenho muitas saudades, e tinha também a cocheira, o predio chamado Labanca, saudades dos amigos da avenida n°08. São muitas lembranças aqui não da para relatar. Muitas saudades mesmo.
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MARIO LOPES CORREA respondeu em abril 16th, 2010 às 20:35:
MOREI NA RUA GENERAL PEDRA 19 C/ 09 SOU FILHO DA GLORINHA APRENDI JUDO COM O MANUEL QUANDO ELE COLOCAVA O TATAME N A AVENIDA. MUITAS SAUDADES MESMO
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Silvio e Flavio filho de tereza samos amigos de infancia respondeu em maio 6th, 2012 às 13:29:
Faça contato para conversarmos
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11 de setembro de 2008 às 11:33
Nelson Silva Santana comentou,
Caro Amigos da Rua Gen. Pedra, e ao Alziman do comentário anterior, estou solidário com suas recordações, visto que neste mesmo período vivi intensamente minha infância com fortes recordações, sou filho de Orlando (barbeiro) e Rufina, irmãos Carlos, Clóvis, … Assumo que a única frustração que tenho na minha vida, foi ter este passado histórico (material) bruscamente apagado, não só de minha vida, como de muitas outras pessoas. Morei no Labanca, abaixo do atelier de Heitor dos Prazeres (gente boa), onde criança brinquei muito no seu bagunçado espaço de pintura, e também na Chácara (em frente) tendo como guadião Sr. Osvaldo (amigo de minha família), Sr. Joaquim da quitanda, Dna. Míriam (mãe do Mauro), as irmãs: Édina, Maria do Carmo e do Socorro, etc…
Sinto saudades de todos e gostaria de rever ou saber como estão todos aqueles que também amaram esta localidade. Lembranças de tantos momentos: quando a polícia encurralou o bandido mineirinho, dos filmes no cine Rio Branco, dos ensaios de samba, tamancaria onde comprávamos calçados para o carnaval, minha primeira escola (Colégio Jorge de Abreu Shiling), Banda Brasil Portugal (onde brincava o carnaval) com lança perfume, confete e serpentina comparados na esquina, mercado velho e novo… Ligue tel:(021) 97368406, 87440739 “Passeando no passado” Botelhosantanaadvs@pop.com.br
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mario lopes respondeu em setembro 9th, 2010 às 23:33:
Caros amigos tambem estudei na Jorge de Abreu Schilling que era da RFFSA, morei na vila de nº 19 casa 9, meu email e mlcorrea51@hotmail.com, tenho muitas saudades dos tempos das peladas na rua o jogo de bola de gude no monte, caçar peixinhos na vala da linha do trem os meninos da vila 8, dos transportes canario onde nos subiamos nos sacos de feijão etc. por favor entrem em cotato. hoje estou com 59 anos sai de la em 1965 na chuvarada que derrubou muitas casa inclisive na vila em que morava n 16.
Grande abraço
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cristina respondeu em junho 10th, 2011 às 20:48:
tbm morei na rua gal pedra e estudei na jorge de abreu. tabm caçava peixinhos de vala e botava num vidro e tacava miolo de pão nos coitados. lembro de seu manoel da quitanda,. do armarinho, não lembro o nome do dono mas era pai do seraphim que consertava tvs. morei no numero 63 perto de um galpão enorme de dono agostinho. Depois fui morar na avenida quase em frente onde morava a itália, o adriano que trabalhava com óculos. meu avô era dono da garagem aliança que ficava na pres. vargas, nos fundos de nossa casa.
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cristina respondeu em junho 12th, 2011 às 22:33:
corrigindo o número é 373 e não era sacaria era uma empresa de transportes,pra voces verem que a memória dos mais velhos às vezes é melhor que a dos mais novos!!!! vocês de repente lembram do meu avô juca que era dono da garagem aliança ou dos meus tios, joão, walter, almir e zezinho que é o meu pai. lembrei tambem do botequim do zé do cabo .
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ismael zodiaco respondeu em março 13th, 2012 às 22:40:
cristina hoje tenho 51 anos, morei na rua luis pinto de 61 a 73 quando fui morar em mauá . em 74 fui para o maranhão hoje moro em teresina piaui. Trabalho no INCRA de teresina.
se vç ler esta mesagem liga para min para trocamos informações ou que sabe fotos daqueles boms tempos. Estudei na escola jorge de abreu Shirleng. 86 32221553
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cristina respondeu em março 16th, 2012 às 21:18:
oi ismael meu e-mail é tecris.29@gmail.com e estou no facebook. entra em contato
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alziman teixeira de souza respondeu em janeiro 31st, 2011 às 0:18:
Nelson, aqui é a irmã do Alziman, Solange quase chorei quando li seu comentário. Jesus quanta saudades daquele tempo dos amigos, das surras que levava por ter feito alguma arte, uma vez peguei uma bicicleta emprestada de um amigo, fui acabar do outro lado da ponte, resumindo tive que atravessar a ponte com a bicicleta na mão. O pior foi que levei uma tremenda surra, a Maria coitada a mãe quase a matou e meu amigo quase ficou sem a bicicleta porque ficou de castigo sem poder usa-la por um bom tempo, a mãe D. Hilda ficou uma fera e claro ficamos todos de mal uns com os outros, kkkkkk
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29 de março de 2010 às 17:42
Alexandra comentou,
Minha bisavó morou na rua General Pedra, eu passava dias na casa dela que era tipo uma vila de 2 casas apenas no final de um corredor de pedras tipo paralelepípedos e esse corredor cheirava a sabonete phebo( fabricavam sabão lá creio eu), odor esse que saia das janelas e porta que davam nesse corredor.
Sinto um nó na garganta ao lembrar da rua General Pedra, amava aquele lugar e até hoje é vivo em minha memória a vila, a casa, a rua, o cheiro, os barulhos, tudo tudo.
Meus bisavós ( Tatiana Vasiliev e Daniel Vasiliev ) eram floristas, faziam flores artificiais, minha tia Chilina ( chamavam ela de Helena) trabalhou no comércio local.
Minha tia Chilina, minha tia Maria e meu tio Wladimir ( foi jogador de futebol) e minha avó Evdoquia(chamavam ela de Lúcia pois ninguém conseguia falar o nome dela aqui no Brasil) cresceram na Rua General Pedra.
Meu falecido pai ( Filimon Lebedenco) no final da década de 60 tinha um armazém nessa rua, foi lá nessa rua que minha mãe conheceu ele.
Acho que de ruim na rua só isso aconteceu kakakakkaak.
Se eu tivesse o poder de voltar ao tempo com certeza iria na rua General Pedra pois até hoje visito a rua em meus sonhos.
Quando minha vovó velha( bisa) foi obrigada a mudar de lá foi uma tristeza geral.
Na vila onde ela morava, a casa em frente a dela morava uma família muito boa , era a família da “Dona Sinhá”, o nome dela era esse Sinhá ( ou apelido não me recordo).
Podíamos ir na rua, mesmo pequeninas como erámos( eu, minha irmã, irmãos e primos), sem medo e as pessoas pareciam gostar uns dos outros.
Eu amava aquele lugar.
Até os cheiros eram fantásticos ( sabão phebo, madeira,e alguns que não tem como descrever), o barulho do trem, tudo era mágico.
Sinto muita saudades da rua General Pedra e para falar a verdade se existir um mundo paralelo creio que a rua ainda está lá !
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Alexandra respondeu em maio 8th, 2010 às 0:37:
Obs: Errata
O armazém de transportes de meu falecido pai não estava situado na rua no final da década de 60 e sim no início, na realidade estava instalado lá no final da década de 50 e início de 60.
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8 de maio de 2010 às 0:25
zodiaco comentou,
Morei na rua luis pinto, esquina com a general pedra, casa nº 1 . Na esquina ficava a quitanta de Senhor Manuel e logo depois a minha casa. Estudei na Escola Jorge de Abreu Shirlei nos anos de 66 a 72 . Tenho muitas saudades daqueles tempos, quando jogava bola de gude com os moleque da Ruas Luis Pinto. Hoje trabalho no INCRA e moro em Teresina- piauí, mais não me esqueço daqueles tempos em que nos fetejos de São Cosme e são damião saiamos pedindo doçes nas casas.Alguem que for daquela é´poca escreva para min para trocarmos fotos .
Abraços do Amigo Ismael Zodíaco.
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1 de setembro de 2010 às 12:33
Robson comentou,
Também tenho boas recordações da r. Pedro Rodrigues. Morei um tempo no prédio de número 21 (se não me falha a memória). Meu pai fez um filme em super 8, tenho imagens razoáveis em DVD daqueles bons tempos (1971). Gostaria de encontrar a Professora Janete de Assis, que dava aulas na escola Jorge de Abreu Schilling, onde estudei. Se alguém souber seu paradeiro, favor entrar em contato pelo meu e-mail (etnof@yahoo.com).
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Silvio e Flavio filho de tereza samos amigos de infancia respondeu em maio 6th, 2012 às 13:50:
Bom Dia
Gostaria de ver as imagens da General Pedra vc pade entra em contato com meu filho Diego-84586285.
silvioafonso1@gmail.com
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27 de janeiro de 2011 às 22:30
Solange Teixeira de Souza comentou,
Mario você lembra quando dormíamos todos na avenida, em época de verão? Quando fazia aquele calor horrível, hoje temos até medo de sair nas ruas.É eu era feliz e não sabia,kkkkkkkkkk Beijos com sabor de saudade.
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Silvio e Flavio filho de tereza samos amigos de infancia respondeu em maio 6th, 2012 às 13:53:
Boa Tarde.
Flavio e Silvio
silvioafonso1@gmail.com
24467755-31855131
84586285
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31 de janeiro de 2011 às 1:29
Ivan Dias Ferreira comentou,
Morei na general pedra 198 de 1942 a 1961, estudei o primario na Luiz de Camões na Carmo Neto,pouco pude apreciar os comentarios acima pois a casa em que morava ficava perto da João Caetano e logo depois a Luiz Pinto onde morava
o Fernando que tocava piano.Muitas peladas muita unhas arrebentadas , talvez não se lembrem que o Djalma Dias pai do Djalminha para
as crianças da pelada era o Saburiqui, magrinho
quase raquitico, porem de uma vitalidade incrivel, caso alguem tenha morado pela bandas, deixe o comentario ou lembranças
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31 de janeiro de 2011 às 17:35
Mauro Dias comentou,
Morei na Dr Ezequiel na decada de 60, claro que lembro desses bons tempos, também estudei o jorge de abreu. Lembro como se fosse hoje o incendio na garagem Aliança.
Gostei de encontrar este site, sou de 54.
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9 de outubro de 2011 às 23:32
Flavio Barbosa Afonso comentou,
Estou aqui no Grajaú, em pleno domingo de carnaval, 19 de fevereiro de 2012. Como não me emocionar, ao ser dirigido a esta página, ao digitar no Google o nome Rua General Pedra. Estou com 64 anos e, sem dúvida alguma, morar na Rua General Pedra 16 casa 8, dividindo paredes com os inesquecíveis amigos das casas 7 (Alziman e Solange, seus pais Manoel e Alzira) e casa 9 (Mário e Fernando, seus pais Fernando e Gloria e seus avós Angelina e Atílio) foi o MELHOR PERÍODO DA MINHA VIDA Sou filho de Franklin e Teresa, meus irmãos Sílvio e Marilene (falecida), minhas avós Angelina (casa
e Dona Rosinha (casa 2). Fiz com todos vcs muita bagunça naquela vila e quase morri de medo do incendio. acho que numa fábrica de móveis que dava fundos para a casa da Ruth, Seu Joaquim, Arthur e Dona Arminda. Tenho saudades das festas de Natal e Ano Novo por reencontar tantos amigos parentes da Dona Virginia e Seu Chico e aquela maravilhosa Arvore de Natal que tanto admirava. Outros nomes que lembro: Paulo e Luiz, filhos da Natividade; Francisco, Vera e Mário, filhos da Ramona e do Mário. “Beleba” e Angela (casa 4); Dona Ana, Antoinio e Carlos, além da Suely e sua mãe. Além de muitos outros moradores que vou lembrar aos poucos: Marino, Zé Carlos, Luizinho, Helinho, “Cunhado” , etc. FELIZ DIAS E MUITA SAÚDE PARA TODOS. BOM CARNAVAL.
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19 de fevereiro de 2012 às 15:09
Flavio Barbosa Afonso comentou,
corrigindo: FELIZES DIAS E …
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19 de fevereiro de 2012 às 15:12
Silvio Barbosa Afonso comentou,
Amigos da Rua Gen. Pedra, hoje estou com idade acima dos sessenta, muitas saudades daquela epoca, das festas juninas, dos bailes, de todos amigos.
Alziman, Solange saudades… Paulo e Luiz, filhos da Natividade; Francisco, Vera e Mário
Gostaria de receber fotos , filmes da nossa querida General Pedra .
Robson, como conseguir copia deste este DVD
Meu pai fez um filme em super 8, tenho imagens razoáveis em DVD daqueles bons tempos (1971).
silvioafonso1@gmail.com
BOM CARNAVAL.
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19 de fevereiro de 2012 às 18:51
Ricardo Lourival Kerbel comentou,
Não residi naquelas imediações. Morava na Rua do Matoso.Tive grandes amigos daquela área, principalmente a Dr.Ezequiel. Joguei bola com o ZUKIN(MORADOR DA DR.EZEQUIEL-IRMÃO DO DAVI,MOISÉS,ROSA,MAURÍCIO), o Joel irmão do Toninho. O Jailton e o Djalma Dias (que jogaram no América), isto nos idos dos anos sessenta e tantos. Frequentei algumas festas juninas. Joguei bola com a galera no campo do Canadá, aos sábados à tarde. A GENTE ERA POBRE , MAS ÉRAMOS LIMPINHOS E DECENTES. ERA SÓ ALEGRIA. HOJE TUDO VIRA HISTÓRIA QUE CONTANDO NÊGO NÃO ACREDITA.
DEIXO MEU ABRAÇO SAUDOSO A TODOS (DAQUI E DOS QUE ESTÃO NO AZUL-MARINHO), FIZERAM UMA CICATRIZ MARAVILHOSA NO MEU CORAÇÃO E UM FILME COLORIDA EM MINHA MENTE,
RICARDO
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20 de fevereiro de 2012 às 19:04
João comentou,
Morei na Rua João Caetano, 125 até 1972. As demolições ja tinham começado junto com a construção do viaduto. Tinha muitos amigos na General Pedra, Luis Pinto, Comandante Mauriti e Pedro Rodrigues (lembro ainda da Cofap), pois jogávamos a pelada de domingo depois dos mais velhos. Sou de 58! Uma pena, mas não tenho uma foto para postar do período. Abraços e saúde a todos!
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21 de abril de 2012 às 19:32
Silvio e Flavio filho de tereza samos amigos de infancia comentou,
Solange – ALZIMAN favor entrar em contato.
silvioafonso1@gmail.com
24467755, 31855131
84586285
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6 de maio de 2012 às 13:56