Hoje fazemos nossa “homenagem” ao subúrbio, que nessa eleição fez questão de  continuar a ser o que é desde a repúplica velha. Local de ignorantes úteis, úteis aos velhos coronéis, e aos novos, municiados do assistencialismo, populismo, atraso político e volupia de cargos e poder.

Os coronéis antes com jagunços, plantações, casas comerciais e manufaturas,  foram substituídos pelos novos, com milícias e traficantes, com o poder financeiro dos centros sociais, dos bolsa-esmola, e do “brinde-otário” traduzido em camisetas, lanches, apertos de mão e promessas, eternas promessas.

Nos próximos 4 anos, suburbano, continuará sendo, não o morador dos bairros mais afastados, ou que acompanham as ferrovias, que promoveram a expansão de trechos do velho Sertão Carioca, desde o final do séc XIX. Mas “suburbano” continuará sendo, sinônimo de falta de senso crítico, cultura rasa, carência educacional, atraso e opiniões paradas no tempo.

Hoje perdeu a cidade, que ficará na mão do partido dos bandidos no naipe de Dom Picciani, Garotinhos e Crivella e de fisiológicos como Benedita, Janira Feghali, Lupi e outros doidos por uma bocada na máquina administrativa. Isso sem contar em algumas múmias políticas como Dornelles.

Aos 900 mil que viajaram, foram a praia, ou votaram nulo e em branco, em fim,  se omitiram, o meu desejo que sofram em silêncio mais um período de morte da nossa cidade, e que daqui a 2 anos reflitam sobre aqueles dias de sol do feriadão oferecido pelo governador do PMDB