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De uma antiga publicação do governo federal resgatamos essa planta, que confirma a localização do estádio do post anterior. Hoje ocupado pela pista de atletismo da Faculdade de Educação Física

Podemos ver que o estádio ficaria perto do Hospital Universitário indicado pelo número 2 na nossa planta, que infelizmente não tem legenda, que explique todos os prédios então planejados, apenas os números. Embora sejamos capaz de indenficar algumas construções feitas obedecendo esse plano original, que foi sofrendo alterações cada vez maiores a partir dos anos 70 e 80.

Se compararmos a planta mostrada a uma imagem aérea do Google Earth vemos que nem o plano viário planejado foi cumprido, mantendo-se no lugar apenas os acessos e parte do eixo principal. Vemos ainda que, inclusive o aterro não foi concluido nas duas pontas, impossibilitando o pequeno golfo que era imaginado e onde seria abrigada a marina da ilha.

Na ponta junto ao Cajú vemos que o aterro na ilha não foi concluído também, embora o continente tenha sido muito aterrado, eliminando o grande espaço de litoral que existiria conforme o planejado perto da antiga Ilha do Pinheiro.

O que demonstra que o lugar escolhido para isolar os estudantes da cidade não teve o mínimo de continuidade na sua execução, desta fase temos além do Hospital Universitário apenas a Reitoria e o Instituto de Puericultura realizados dentro dos planos originais. O resto foi sendo modificado e mal aproveitado.

O que poderia ser hoje uma bela cidade universitária, fonte de lazer para toda a região da Leopoldina é um nada, cercado pelas fétidas águas do Canal do Cunha e com os acessos bloqueados pela “Faixa de Gaza”