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Mais uma imagem da Life, que nos mostra os primórdios da verticalização da Av. Rio Branco, no meio dos anos 30.

A foto mostra o Centro com a antiga Av. central como a mais larga da região, poucos anos antes da destruição causada pelo andamento desastroso das obras e posterior urbanização ( ou ausência de) da av. Pres. Vargas.

Nosso fotógrafo está no topo do Ed. A Noite o mais alto da América Latina à época e aponta suas lentes rumo a entrada da barra, capturando grande parte do Centro.

 

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Nada mais sobrava do Morro do Castelo, apenas pequenas abas na região da Misericórdia e por de trás de sobrados da Rua de S. José, na vazia esplanada o solitário prédio do Ministério do Trabalho, ainda na estrutura, se ergue sozinho, acompanhado de poucos prédios da Av. Beira Mar e o mais velho da Esplanada, localizado na Av. Erasmo Braga e o conjunto dos edifícios Castelo, Raldia e Nilomex . O SDU, ainda era um grande aterro de material claro, possivelmente areia. Na Rio Branco vemos prédios de concreto armado que representam a segunda geração da avenida, identificamos o Guinle, o edifício que ficava no lugar hoje ocupado pelo cafona Manhatan Tower e em primeiro plano o Ed. Unidos, também nas estruturas, chegando aos seus últimos andares.

 

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A igreja  da Candelária ainda se insere no tecido urbano do entorno, com seus fundos bloqueados por prédios da Rua da Quitanda , num hoje desaparecido quarteirão entre a Av. Rio Branco, vemos também o os fundos prédio do Banco Alemão Transatlântico, já personagem de um post em Dezembro do ano passado ( http://www.rioquepassou.com.br/2008/12/12/ ).

 

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Em direção a baía a torre do relógio da Mesbla e o Ed. Regina, ainda em construção, se destacavam no horizonte