Hoje temos a outra imagem, que certamente extraídas de uma mesma publicação, de onde também certamente foi retirada nossa imagem da segunda passada.

Não temos mais uma panorâmica, mas sim estamos agora ao rés do chão e o foco do fotógrafo novamente é o velho viaduto ferroviário, inaugurado no começo do séc. XX e que tinha sido modificado na época das fotos,  juntamente com a construção de mais um paralelo. A estrura metálica original, composta de braços curvos e tesouras metálicas foi trocada por esta, bruta e sem armonia com pesadas mão-francesas metálicas, possivelmente para suportar trens mais pesados ou mais velozes.

A região  ainda contava com alguns pedestres mas durante os próximos 05 anos todo o resto dos bairros que circundavam esse viaduto  e as antigas passagens sobre o Canal do Mangue sumiriam de vez com a passagem da Linha 2 do Metrô e a instalação do grande centro de manutenção, hoje temos aí um grande deserto urbano.

Alguns elementos do antigo Estado da Guanabara podem ser visto como o caminhão mercedes pintado nas cores do antigo serviço público estadual, o sinal “zebrinha” de duas lentes e as placas de sinalização vertical em branco e preto.

Hoje, nem mais essa vista podemos ter pois a concessionária privada do metrô do Rio, num exercicio meramente pirotécnico emparedou o velho viaduto verroviário com uma enorme estrutra em arco, que passa uma linha singela da famigerada Linha 1-A, um estorvo arquitetônico que dialoga tão mal com a cidade, como o arremedo de linha de metrô que passa por ela.