Nos anos 70, embora as obras para união de todos os trechos de pistas na orla da Lagoa já estivessem bem adiantadas, para a integração desta com o Túnel Rebouças a transformando na rótula de distribuição de transito da Z. Sul, alguns resquícios da velha orla ainda sobreviviam nos trechos ainda não duplicados ou desconectados, como era o caso deste mafuá perto da região da Hípica, possivelmente descendente direto do negócio aberto pelo letão Herberts Cukurs (http://fotolog.terra.com.br/sdorio:1380 ) , personagem de uma intricada história sobre nazistas fugidos e judeus nos anos 50, até hoje muito pouco explicada. Mas o negócio continuou na mão de estrangeiros e o mafuá com pedalinhos, certamente, já deveria ser do belga Harry Klein.

O local é hoje ocupado por uma alça de acesso para a Av.  Alexandre Ferreira, criada no início dos anos 80 quando a pista sentido Rebouças foi desviada para uma pequena praia arborizada da Lagoa e que ganhou o apelido de “Mata-Mata do Luiz Paulo” engenheiro do DER-RJ e hoje deputado, que criou alí uma série de cruzamentos perigosos onde veículos cruzam de todos os lados.

Os carros parados a 90 graus a cerca do parquinho debruçada na pista  e os engradados de Coca-Cola praticamente nela indicavam que o trecho conhecido como Belém- Brasília por de trás dos muros do Jockey ainda não estava asfaltado, bem como as pistas entre o Jardim de Alah e o fina da Rua Mário Ribeiro ainda não regularizadas e duplicadas, o que levava o fluxo de tráfego rumo ao rebouças a se dirigir pela Gávea e Rua Jardim Botânico, movimento este que em poucos anos iria migrar para a orla da Lagoa.

Vemos que apenas o horizonte se mantém semelhante com o mesmo lugar hoje:  http://g.co/maps/f7fc6

Foto de autoria do Sr. Gyorgy Szendrodi