Hoje temos uma nota de falecimento de um zumbi que agonizava desde que o prefeito era o pai político do atual, e o atual era secretário de esportes daquele. Embora o atual secretário de esportes do atual, que já foi da mesma pasta do anterior, também dizia que a velha pista deveria ceder lugar para coisas mais intere$$antes.

Vemos o velho Autódromo do Rio logo após sua inauguração, nos anos 60, para dar pouso definitivo ao automobilismo carioca, construído na área de uma empresa imobiliária falida ( a Nova Caledônia) que teve suas terras expropriadas pelo poder público em um rincão dos fundos do sub bairro de Curicica, e apenas acessado por uma precária via de terra, acessada por outra precária via que ligava a Rio-Santos à Jacarepaguá, que estavam sendo retificadas pelo Plano Lúcio Costa, e em breve seria nomeadas por números.

O Autódromo resistiu enquando ele estava em Jacarepaguá, mas quando a Barra da Tijuca chegou nele, seu destino estava selado, uma área enorme no novo eldorado do estelionato imobiliário que dilata as dimensões da Barra da Tijuca que um dia certamente chegará à Praça Seca o condenaram.

A primeira desculpa foi o Pan e agora as OlimPiadas, onde um equipamento esportivo será demolido, sem substituto pois duvido que a médio prazo teremos outra pista, para construção de outros equipamentos esportivos que serão PROVISÓRIOS, terminado 2016, toda a área passará a Sopa de Letrinhas,m que construirá mais prédios em Curicica a preço de Barra, e não restará um só equipamento esportivo. Realmente um excelente negócio para certas pessoas, e logicamente péssimo para a cidade.