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	<title>foi um RIO que passou</title>
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	<description>Um site sobre o Rio de Janeiro com fotos e textos</description>
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		<title>Loja Philips, Av. Atlântica com Siqueira Campos &#8211; início do anos 40</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 01:41:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Decourt</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nossa foto de hoje mostra a moderna loja da Philips numa das lojas do Ed. Albatroz na esquina da Av. Atlântica com Siqueira Campos por volta de 1941/42. A de se perguntar como em plena Seguda Guerra a Philips conseguia produzir e exportar para o Brasil. Logo após os pesados bombardeios da Luftwafe nas cidades [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="lightbox" title="Philips Copa" href="http://www.rioquepassou.com.br/andredecourt/wp-content/imagens/Philips-Copa.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-7461" title="Philips Copa" src="http://www.rioquepassou.com.br/andredecourt/wp-content/imagens/Philips-Copa-500x322.jpg" alt="" width="500" height="322" /></a></p>
<p>Nossa foto de hoje mostra a moderna loja da Philips numa das lojas do Ed. Albatroz na esquina da Av. Atlântica com Siqueira Campos por volta de 1941/42. A de se perguntar como em plena Seguda Guerra a Philips conseguia produzir e exportar para o Brasil. Logo após os pesados bombardeios da Luftwafe nas cidades industriais e portuarias da Holanda como Roterdan e Eindhoven que foram completamente arrazadas a Philips que já tinha escritórios de representação e plantas de montagem de equipamentos em CKD em diversos países conseguiu neles montar plantas de produção, sua busca inicial eram por países neutros ou mais longe possíveis das tropas de Hitler, por isso ela montou fábricas nos EUA, onde seus produtos passaram a se chamar Norelco, na Bélgica e na Inglaterra, onde colaborou com o esforço de guerra, principalmente nas áreas de telecomunicações.</p>
<p>Foram as comunicações que fecharam os laços da Philips com o Brasil, de forma definitiva. Com escritório no país desde 1924 a empresa atuava no ramo de rádios, lâmpadas e luminárias, equipamentos para o lar e uma importante divisão médica por sua avançada tecnologia nos bulbos de raio-X, além da sua Rádio, com estúdios no Rio, a PRA-X, importante instrumento divulgador de sua tecnologia musical e eletrônica, sendo a embriã da Radio Nacional, pois em 1936 ela havia sido adquirida pelo A Noite, depois encampado por Getúlio.</p>
<p>Com a destruição de suas plantas da matriz além dos países  supracidados os interesses da Philips por novos mercados aumentou muito e a ruptura do Brasil com o Eixo foi o momento de aproximação definitiva. Como sabemos a aproximação de nossas forças armadas com os equipamentos bélicos franceses e a posteriore alemães era intensa, e com a guerra o EB viveu um dilema pois todo seu parque de radio-comunicação era de fabrico alemão ( Telefunken) e estava em vias de ser trocado por outro mais moderno da marca alemã. Com senso de oportunidade a Philips se associa com uma pequena empresa paulistana de rádios e monta a INBELSA ( Indústria Brasileira de Eletricidade SA) que por décadas abasteceu nossas forças militares com seus equipamentos, puxando o fabrico de inúmeros outros produtos.</p>
<p>A loja que vendia, rádios, geladeiras e as moderníssimas lâmpadas fluorescentes, ainda de apenas 20W estava instalada num dos bons exemplos do Art-Déco na cidade, muito prejudicado pelo fechamento de suas varandas, que como vemos na foto faziam parte da decoração da fachada com relevos em seus tetos e uma coluna que acomphanva a que havia no embasamento da construção, além de um interessante escalonamento das portas francesas nas varandas, em pares assimétricos.</p>
<p>Vemos que também a loja fazia parte da volumetria da fachada com sua porta principal dividida por um septo bem na linha de divisão dos apartamentos acima, bem como alinhado entre  as duas janelas acima.</p>
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		<title>Av. Atlântica e os Postos de Gasolina</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 02:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Decourt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquivo]]></category>

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		<description><![CDATA[Nosso parisiense governador quer dar um presente para Copacabana, será a cereja do bolo depois de esticar a linha 1 do metrô garantindo aos moradores do bairro que não vão conseguir mais entrar dentro dos trens, como aliás quase todos os da Z. Sul, pois transformou o que deveria ser uma rede com várias linhas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="lightbox" title="Av Atlan 17" href="http://www.rioquepassou.com.br/andredecourt/wp-content/imagens/Av-Atlan-17.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-7454" title="Av Atlan 17" src="http://www.rioquepassou.com.br/andredecourt/wp-content/imagens/Av-Atlan-17-500x350.jpg" alt="" width="500" height="350" /></a></p>
<p>Nosso parisiense governador quer dar um presente para Copacabana, será a cereja do bolo depois de esticar a linha 1 do metrô garantindo aos moradores do bairro que não vão conseguir mais entrar dentro dos trens, como aliás quase todos os da Z. Sul, pois transformou o que deveria ser uma rede com várias linhas num linguição.</p>
<p>Mas voltando a cereja do bolo, nosso governador, com o mutismo de seu títere, o prefeito do Rio, decidiram, de forma unilateral, para variar, que os postos de gasolina da Av. Atlântica atrapalham o turismo, a vista, o lençol freático e etc. e vão removê-los daqui a menos de um mês. Isso deixará o bairro mais adensado do país com apenas um posto, pois considero o da Francisco Otaviano muito mais para Ipanema do que para Copacabana. Seria até uma medida interessante, se o bairro nos últimos 25 anos não tivesse perdido 4 grandes postos junto as suas principais saídas ou entradas. Um na Av. Princesa Isabel, dois na Figueiredo Magalhães e por fim o do Corte do Cantagalo.</p>
<p>Alegam que vão reconstituir o planejado po Burle Marx, mas essa foto do Sr. Gyorgy Szendrodi mostra que os postos, com excessão ao do Leme, <strong>foram inseridos junto com as obras de ampliação da avenida</strong>, como vemos aqui o do Posto II já pronto antes mesmo das pistas sentido Posto VI estarem 100% liberadas e a velha Atlântica desativada.</p>
<p>O que mais causa espanto é que o governador tão preocupado com o visual da avenida e o desenho de seus calçadões  <strong>CONSTRUIU UM PUXADINHO DA ELEVATÓRIA DO PARAFUSO NO POSTO V, O COLOCANDO POR DE CIMA DO CALÇADÃO TOMBADO</strong>, para completar a obra pintou toda a elevatória que antes tinha estilo brutalista, com cor de concreto aparente para interferir o mínimo no visual de BRANCO, AZUL E VERDE e ainda <strong>ENCHEU DE PROPAGANDAS DA CIA. ESTADUAL DE ÁGUAS E ESGOTO</strong>. Num claro afronta a lei orgânica do município que proíbe publicidade na orla.</p>
<p>Fora isso a prefeitura também colabora com o calçadão de Burle Marx, <strong>ENFIANDO SOBRE AS PEDRAS PORTUGUESAS UM HORROSO CONTEINER DO &#8220;cHOQUE DE oRDEM&#8221;</strong> na esquina com a Rua Sá Ferreira. Fora isso temos o empachamento da orla pelos inúmeros quiosques dos modelos novos e velhos, sem falar os palcos e arenas esportivas montados a exaustão nas areias do bairro.</p>
<p>Além disso a prefeitura mantém torpemente a manutenção de dois camelódromos, um no Posto V e outro no Lido, com a desculpa de se tratar de feira de artesanato, algo que esses dois muquifos deixaram de ser há décadas.</p>
<p>Fora isso certamente um levantamento do lençol freático da praia, mesmo junto aos postos certamente achará muito mais coliformes fecais que vestígios de hidro-carbonetos, pois o interceptor oceânico, bem como as galerias de esgoto do bairro começam a demostrar pela idade e falta de manutenção problemas de vazamentos. Basta verificar que há trechos de árvores mortas ou inexistentes, a partir da Elevatória do Parafuso, onde a tubulação fica mais aflorada, passando pela rua Souza Lima, Francisco Sá e Gomes Carneiro, fora os constantes desabamentos e afundamentos na Gomes Carneiro.</p>
<p>Portanto aproveita-se de mais uma herança nefasta da fusão, de se termantido áreas estaduais no meio de logradouros municipais para se advogar em nomes de interesses nebulosos, e passando mais uma vez sobre os moradores do local.</p>
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