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	<title>foi um RIO que passou</title>
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	<description>Um site sobre o Rio de Janeiro com fotos e textos</description>
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		<title>Rua Rodolfo Dantas, 1965, protótipos das novas luminárias</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 02:19:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Decourt</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a class="lightbox" title="R Rodolfo Dantas 1965" href="http://www.rioquepassou.com.br/andredecourt/wp-content/imagens/R-Rodolfo-Dantas-1965.jpg"><img class="size-medium wp-image-5907  aligncenter" title="R Rodolfo Dantas 1965" src="http://www.rioquepassou.com.br/andredecourt/wp-content/imagens/R-Rodolfo-Dantas-1965-324x500.jpg" alt="" width="324" height="500" /></a></p>
<p>Conforme já falamos no site, com o advento do Estado da Guanabara foi criada a CEE ( Companhia Estadual de Energia) que tinha a missão de reverter o precário quadro da iluminação pública da cidade. Se nos anos 30 o Rio era uma das cidades mais iluminadas do mundo, a partir dos anos 50 ela começou a se transformar em uma das capitais mais mal iluminadas das américas, certamente pela perda de investimentos privados e públicos, todos desviados para a construção de Brasília.</p>
<p>Decidiu-se trocar todo o parque de iluminação pública, assumindo o EGB, via CEE, nos lugares com a nova iluminação até os pontos em poder da Light serem todos substituídos de todo na Cidade Estado. As lâmpadas fluorescentes, que já iluminavam diversas vias e eram as mandatórias em caso de troca da iluminação graças a um decreto do PDF dos anos 50 mostravam-se eficientes, mas com a manutenção complicada, sendo então adotado o vapor de mercúrio incialmente em lâmpadas de 250W que promoviam uma verdadeira revolução face as lâmpadas  incandescentes de 400W e 500W empregadas em grande parte das ruas.</p>
<p>De início trocou-se a iluminação das vias onde as luminárias eram dependuradas por cabos de aço, mantendo-se os mesmos lugares e instalação, mas a cidade tinha que ter um novo modelo de poste. Começou-se os estudos para a criação do poste curvo <em>padrão rio</em>.</p>
<p>Nessa foto vemos uma das primeiras ruas com os protótipos instalados, a Rua Rodolfo Dantas, local perfeito visto a ausência de árvores e que era iluminada anteriormente por postes em estilo francês, facilmente removíveis. Do padrão final vemos muitas diferenças, primeiro os postes aparentam ter um 7.0 metros de altura, o padrão posteriormente foi definido para 9.0 metros, algo inadequado para ruas arborizadas e residenciais. E mesmo o material era diferente, aparentemente o poste era de ferro, talvez ainda fundido em várias seções que iam se afinando da base até o topo, o padrão definitico foi de postes de aço galvanizado de um só diametro e sem emendas ou seções. Outro ponto era o uso de um só lado em uma via relativamente larga, o que se mostrou inadequado, embora algumas vias tiveram esse tipo de instalação mesmo com os modelos definitivos como a Pompeu Loreiro. As luminárias curiosamente parecem ser GE e não Thonsom, como era a maioria instalada antes do modelo Peterco dominar.</p>
<p>Esse sistema durou menos de 10 anos, em 1974 a Rodolfo Dantas ganhou um sistema com os modelos <em>padrão rio</em> de 9.0 metros em lados intercalados da via e luminárias Peterco, como quase todas as ruas do bairro estavam ganhando, num grande programa de modernização</p>
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		<title>Subúrbio da Penha, anos 50</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 03:02:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Decourt</dc:creator>
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Essa é uma das imagens que desafia a noção espacial de qualquer um, pela ausência de marcos urbanos e pela precariedade dos geográficos, embora possamos fazer algumas especulações quanto ao lugar aproximado da foto.
Estamos no início dos anos 50, numa região que crescia ainda lentamente, fomentada anos antes pela abertura da Av. Brasil e o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a class="lightbox" title="Penha" href="http://www.rioquepassou.com.br/andredecourt/wp-content/imagens/Penha1.jpg"><img class="size-medium wp-image-5903  aligncenter" title="Penha" src="http://www.rioquepassou.com.br/andredecourt/wp-content/imagens/Penha1-500x335.jpg" alt="" width="500" height="335" /></a></p>
<p>Essa é uma das imagens que desafia a noção espacial de qualquer um, pela ausência de marcos urbanos e pela precariedade dos geográficos, embora possamos fazer algumas especulações quanto ao lugar aproximado da foto.</p>
<p>Estamos no início dos anos 50, numa região que crescia ainda lentamente, fomentada anos antes pela abertura da Av. Brasil e o loteamento de antigas fazendas que sepultava de vez o passado agrário dessa região, antes um dos celeiros para a cidade, como era todo o reconcávo de Inhaúma e áreas vizinhas.</p>
<p>Embora a região contasse com uma ramal de trem a urbanização ainda diferia muitos dos subúrbios da Central, consolidados nos final do Séc XX. Penha, Olaria, Cordovil, Irajá etc&#8230; sofriam com a falta de infra-estrutura urbana como vemos pela rua de terra, embora já iluminada. Somente na Guanabara é que essa região começou a ser ativamente urbanizada, processo este que durou até o início dos anos 70 quando as útimas ruas de terra foram finalmente saneadas e asfaltadas, sendo a estação de tratamento de esgotos da Penha um dos marcos deste processo.</p>
<p> Observamos também que embora simples, não víamos barracos ou casas sem revestimentos, em todas as residências que vemos podemos notar alguma preocupação estética, como balcões, varandas, janelas completas etc&#8230;.</p>
<p>Pela largura da via, que embora ainda não urbanizada demostra o seu PA pelos muros das casas, bem como pela posição dos morros atrás especulamos que estamos na faixa entre as ruas Montevidéu e Califórnia, embora meu palpite indique as Ruas Conde de Agrolongo ou Belisário Pena, sendo a primeira minha favorita.</p>
<p>Aguardamos os estudiosos desta região para pacificar e consolidar nossas indicações.</p>
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