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	<title>foi um RIO que passou</title>
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		<title>Pegadinha &#8211; ônibus da Viação Excelsior</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 02:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Decourt</dc:creator>
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Nossa pegadinha de hoje será feita com duas fotos de Ferreira Júnior, que como vocês sabem foram enviadas ao site por seu afilhado Sidney Paredes.
Os dois ônibus da Excelsior, compartilhavam o ponto de partida e parte da rota. Partiam da lateral do Clube Naval, na Av. Alm. Barroso, entravam na Rio Branco, Beira Mar e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a class="lightbox" href="http://www.rioquepassou.com.br/andredecourt/wp-content/imagens/image0131.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5550" src="http://www.rioquepassou.com.br/andredecourt/wp-content/imagens/image0131-500x311.jpg" alt="" width="500" height="311" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a class="lightbox" href="http://www.rioquepassou.com.br/andredecourt/wp-content/imagens/image019.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5551" src="http://www.rioquepassou.com.br/andredecourt/wp-content/imagens/image019-500x317.jpg" alt="" width="500" height="317" /></a></p>
<p>Nossa pegadinha de hoje será feita com duas fotos de Ferreira Júnior, que como vocês sabem foram enviadas ao site por seu afilhado Sidney Paredes.</p>
<p>Os dois ônibus da Excelsior, compartilhavam o ponto de partida e parte da rota. Partiam da lateral do Clube Naval, na Av. Alm. Barroso, entravam na Rio Branco, Beira Mar e só se separavam no Largo da Lapa. A linha Mourisco seguia pela Beira Mar até o Pavilhão Mourisco e a Laranjeiras pegava a Rua do Catete, Largo do Machado e subia a Rua das Laranjeiras até largo junto a Rua Ypiranga.</p>
<p>Por mais que eu tenha investigado nas fotos o local exato, onde os dois ônibus foram fotografados (é o mesmo apenas com diferenças de ângulo), continua um bom mistério. Logicamente já descartei o ponto de partida e o trajeto até o Passeio, que nos dá um trecho muito pequeno. Acho que é o Largo da Lapa, na beira da Rua do Catete, hoje um das mais &#8220;belas destruídas&#8221; regiões da cidade, largada ao crack, mendicância e decadência urbana.</p>
<p>Estamos num carnaval, possivelmente o mesmo que gerou a fotografia do stand do Lacto Cacáu, publicada em 29 de Janeiro de 2010, vemos  uma moça fantasiada, bem como o desgrenhado gordinho de gravata, que aparece nas 03 imagens, pelo estojo quadrado que carrega começo achar que era um assistente de Ferreira Júnior e não um &#8220;aguado&#8221; fujão da esposa. Há um espírito de descontração no rosto dos presentes.</p>
<p>A foto também é fantastica para apreciarmos em detalhes os ônibus da Excelsior, viação controlada pela Light que praticamente exercia o monopólio dos ônibus da parte sul da cidade. Vemos as &#8220;bananinhas&#8221; que tinham o papel dos pisca-pisca de hoje, detalhes da carroceria e a peculiar ausência de faróis, o que caracterizava os ônibus da Light, certamente para fazer propaganda da boa iluminação das ruas da cidade, a época ainda uma das mais bens iluminadas das américas.</p>
<p>Os ônibus contavam com mecânica inglesa da marca Guy e eram encarroçados aqui mesmo no Rio nas oficinas da Garagem Murity.</p>
<p>Sem dúvida mais duas fantásticas imagens, e que comecem as apostas&#8230;&#8230;.</p>
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		<title>Av. Rio Branco, loja da Companhia Radiotelegráfica Brasileira, anos 20</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 02:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Decourt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquivo]]></category>

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Nossa foto de hoje foi enviada pelo amigo Paulo Teixeira, garimpada nos arquivos de seu pai, e mostra o prédio de números (originalmente)  69,71,73,75,77, um dos melhores exemplos do que podemos chamar de 1 geração 1/2 da Av. Rio Branco.
Construído para a firma Johann Bernhd Hasenclever &#38; Sohne seguindo o projeto  dos arquitetos Fried &#38; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a class="lightbox" href="http://www.rioquepassou.com.br/andredecourt/wp-content/imagens/Av.-Rio-Branco-CAT.jpg"><img class="size-medium wp-image-5543  aligncenter" src="http://www.rioquepassou.com.br/andredecourt/wp-content/imagens/Av.-Rio-Branco-CAT-375x500.jpg" alt="" width="375" height="500" /></a></p>
<p>Nossa foto de hoje foi enviada pelo amigo Paulo Teixeira, garimpada nos arquivos de seu pai, e mostra o prédio de números (originalmente)  69,71,73,75,77, um dos melhores exemplos do que podemos chamar de 1 geração 1/2 da Av. Rio Branco.</p>
<p>Construído para a firma Johann Bernhd Hasenclever &amp; Sohne seguindo o projeto  dos arquitetos Fried &amp; Ekmann, ficava no meio de um dos pontos mais valorizados da avenida, perto da zona bancária e também da alfândega, bolsa de valores e companhias de navegação e comércio exterior. De grande extenção ocupava todos os lotes entre as Ruas de São Pedro e Gal. Câmara, o imóvel tinha grande testada mas pouca profundidade, pois mesmo na decadente cidade colonial esta era uma área extremamente valorizada, sendo demolidos, neste quarteirão de ambos os lados apenas mais 04 prédios a mais do que o suficiente para a abertura na nova Av. Central.</p>
<p>Em algum período dos anos 20 o prédio sofreu uma profunda intervenção, a fachada foi totalmente modificada, com a reforma atingindo até mesmo a localização  das janelas sobre o pórtico de entrada, balanços da fachada nas esquinas e eliminação de vários elementos ecléticos, passando ter forte influência neo-clássica. Além de ganhar mais 03 pavimentos.</p>
<p>Na época ele abrigava possivelmente em algumas salas ou lojas a Companhia Radiotelegráfica Brasileira, o embrião da Radiobrás de hoje. Pelo tipo de atividade da região, com grande atividade mercantil e bancária podemos dizer que ela estava muitíssimo bem localizada, principalmente pela área abrigar diversas empresas e exportação e importação.</p>
<p>Infelizmente ele foi uma das vítimas da construção da Av. Pres. Vargas, sendo um dos últimos prédios a cair, praticamente junto com a igreja de São Pedro e o Paço Municipal, certamente pelo alto valor discutido em sua desapropriação, pois a foto mostra que era um prédio de gabarito.</p>
<p>A foto, além do prédio mostra bons elementos do urbanismo, com os oitis recém plantados, no lugar dos Jambeiros, a modificação dos postes das calçadas, retirando os 05 combustores e colocando-se os dois globos, o elegante sinal de transito, um portentoso Pau Brasil no canteiro central e um dos postes deste  canteiro bem detalhado.</p>
<p>O prédio já foi objeto de dois posts, um em Dezembro de 2005, ainda na sua forma original, pouco tempo depois de aberta a avenida ( <a href="http://www.rioquepassou.com.br/2004/12/15/av-rio-branco-esq-com-sao-pedro-inicio-do-sec-xx/">http://www.rioquepassou.com.br/2004/12/15/av-rio-branco-esq-com-sao-pedro-inicio-do-sec-xx/</a> ) e perto de seus últimos dias num post de Janeiro de 2007 ( <a href="http://www.rioquepassou.com.br/2007/01/17/4466/">http://www.rioquepassou.com.br/2007/01/17/4466/</a> ).</p>
<p>Agradecemos o amigo Paulo Teixeira pelo contato e por partilhar a foto de seu pai.</p>
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